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Ex-vigilante do IFPI
Ex-vigilante do IFPI é condenado por estuprar estudante
Ex-vigilante do IFPI é condenado por estuprar estudante
13/09/2018 21h29Atualizado há 7 meses
Por: Fernando Rocha
Fonte: Karol Gomes
Ex-vigilante do IFPI é condenado por estuprar estudante
Ex-vigilante do IFPI é condenado por estuprar estudante

O ex-vigilante do Instituto Federal do Piauí - IFPI, Fábio Costa Sales foi condenado a seis anos de prisão em regime semi-aberto por crime de estupro praticado dentro da instituição no ano de 2012. A sentença foi dada pelo juiz de direito Raimundo Holland Moura de Queiroz, da 6º Vara Criminal da Comarca de Teresina, na última quarta-feira (12). A decisão foi publicada no Diário da Justiça do Estado do Piauí, onde consta que foi comprovado o crime de estupro praticado pelo réu, Fábio Costa Sales contra a adolescente de apenas 16 anos. “Restou comprovada nos autos pelos depoimentos da vítima, prestados na fase investigatória e instrutória. Diante, pois, do conjunto probatório colacionado aos autos, restam plenamente evidenciadas a materialidade e a autoria do crime por parte do réu, não prosperando assim,as teses da defesa, que requereu a absolvição do réu”, descreveu. 

IFPI fala sobre o ocorrido

A assessoria do Instituto Federal do Piauí informou que na época toda as medidas cabíveis em relação ao caso foram tomadas pela instituição. A assessoria informou que o vigilante era um empregado terceirizado e que, em um primeiro momento, solicitou a empresa o afastamento do agressor. Em seguida, o IFPI também registrou o pedido de cancelamento do contrato do homem e de todo e qualquer serviço a instituição.

O acompanhamento de uma equipe especializada foi disponibilizada à vítima e a família durante todo o processo de julgamento do crime sexual. “Uma equipe, com psicólogo e assistente social foi disposta para acompanhar o caso, inclusive no sentido de apoiar a acusação e defender a vítima”, afirmou á reportagem.

Segundo a assessoria, a estudante não era uma estudante regular do IFPI. A vítima na verdade era uma aluna do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e frequentava a instituição apenas nos finais de semana, quando a agressão aconteceu. Por fim, o campus declarou que preza pela integridade e segurança de todos os alunos e alunas do campus, assim como se preocupa com a conduta demonstrada pelo quadro de colaboradores de servidores da instituição.

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